Inca Venuziano?
Já falei aqui que não bebo. E eu estava quimicamente zerado. Mas juro que a primeira vez que deparei com esse prédio, tive a impressão de estar participando de um episódio do saudoso Nacional Kid, em que aqueles monstros abissais surgiam por trás dos prédios, prontos para acabar com o planeta Terra.
Esse aí em cima, é a sede da prefeitura londrina, às margens do Tâmisa. Design arrojado e harmônico, que não assusta criancinhas.
Também encontrei outro exemplo de arquitetura à serviço do bom gosto na estação ferroviária de Waterloo...
...assim como no simpático mercado do Convent Garden.Mas o que me encanta mesmo é o charme da arquitetura secular britânica, como o desse velho prédio, no bairro de Westminster, por onde essa ruela passa por baixo, por exempo, ou...

...estes prédios na avenida Bedford, em Candem,...
...ou no magnífico distrito medieval, à beira do Thames river, sempre repleto de turistas á procura daquele clima..., você sabe, tipo Guinevere ou Cavaleiros da Távola Rendonda.
Nas ruelas apertadas, estão prédios seculares e surprendentemente bem conservados e totalmente integrados á modernidade, já que justamente ali fica o que há de mais moderno na cidade: a Tate Galery, onde os mais talentosos artistas contemporâneos.
Já ao lado da Tate, fica o Shakespeare Globe Theatre, um museu totalmente dedicado ao Bardo. A admiração começa do lado de fora, quando se percebe o estado deste prédio construído no século XVII! E é esse caldo de tradição e modernidade que faz de Londres a cidade mais extraordinária que já conheci. E olha que sou rodado!Não sou arquiteto, sou apenas um apreciador. E quanto ao prédio Gherkin, visto do alto da London Eye, a maior roda gigante do mundo, ele até parece bonitinho. Mas de perto, francamente, é um montro de mau gosto.

E a London Eye será o próximo post. Volto em qualquer edição extraordinária.
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