Falência & Concordata
Não. O Comando Vermelho.
Isto não é um blog. É uma ameaça.






O meu amigo gaúcho Emerson Wiskow lança o seu livro de contos picantes Sorte Inversa.

Outro livro de contos, o do baiano-gente-boa Rodrigo Melo, Sonhos Não Passam Disso. Ambos serão lançados simultaneamente. Com o Designer de Raphael Vidal e fotografia de Thalita Rangel. Vale a pena conferir. Os pedidos podem ser feitos em bagatelas.net., é claro.

40 Milhões em ação...
No O Globo de hoje (23 de maio) saiu uma matéria sobre a rápida exapansão - em apenas 2 meses e 11 dias, 10 milhões surgiram na web e 75 mil são criados a cada minuto - dos blogs em todo mundo. Acredita-se que daqui a seis meses o número atinja a marca de 60 milhões. A matéria traz outros dados interessantes. Por exemplo, o maior crescimento dos blogs é registrado no oriente, principalmente na China e no Japão. A matéria ainda destaca a mudança de perfil dos sites pessoais, que deixaram de ser meros diários, para ser meios de grande circulação de informação. A mídia percebeu isso e até jornais do porte do Washington Post ou do New York Times, já têm os seus blogs.
Pena que muita gente aqui no Brasil ainda não sabe aproveitar essa grande ferramenta de comunicação, informação e divulgação, ficando no nível do bate-papo, competição, troca de ofensas, guerra de egos e outras baixarias mais.
Mergulhe aqui para ver a matéria do O Globo.





Você acha que realmente o governo paulista fez um acordo com o pessoal do PCC?


E essa vai para uma garota que não gosta de bege .
“Sabe, eu sou uma pessoa bege.”
“Bege?”
“Sim. Combino com qualquer um. Vermelhos, azuis, amarelos, verdes...”
“Que bonitinho! E que cor eu sou?”
Ela pensou um pouco. Enquanto pensava, sorria. Ex-normalista, suplicante, desesperada, bege...era de alguém como ela que eu estava precisando.
“Marrom. Você é machista e conservador.”, ela disse.
“Bingo!”



"A noite era de chuva e fui navegando com dificuldade por entre a tormenta, jogado de uma onda a outra, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. Para mim, as noites de crise sempre tiveram o gosto de cruzar um oceano em fúria.
De repente, um casal abraçado sob o guarda-chuva. E uma enorme vaga quase me afoga.
Parei na porta do Edredom e entrei.
O Edredom é um bar. Na verdade, este não é o seu nome. Mas o chamam assim porque é onde os carentes e solitários se refugiam da frieza do mundo.
Lá dentro, em meio a uma penumbra enfumaçada, homens e mulheres estavam espalhados pelo salão. Apesar do mau tempo, não eram poucos. Na verdade, nem mesmo o dilúvio do juízo final conseguiria afastá-los dali. Gente desesperada a procura de alguém.
Mas sabiam fingir. Uns fingiam estar ali apenas fazendo hora, esperando a chuva passar. Outros, para um drinque após o trabalho. E havia aqueles que fingiam estar apenas procurando amigos para um bate-papo. Mas era tudo mentira. Tudo não passava de uma estratégia aprendida em muitas noites iguais àquela. A vida lhes havia ensinado que, nesse mundo injusto, para se conseguir um copo d’água é preciso esconder a sede.
Encostei-me no balcão e pedi o meu drinque. Puro. Sem gelo.
Aí, notei a mulher. Vulgar, magra e com um olhar suplicante. Dessas que entregam logo o jogo. Dessas que não sabem fingir. Era o meu tipo. Sorria para mim. Mas tentei ignorá-la. Não iria facilitar as coisas para ela. Embora estivesse tão carente que seria capaz de pular em cima da primeira que me piscasse o olho."
(Você já precisou de um Edredom? Eu já. Muitas vezes. Trecho do Testosterona, conto que estará no meu livro Crimes e Perversões. Mas que já postei aqui, em algum lugar no ano passado)
Garotinho

"Forças Ocultas." Quase 45 anos depois de terem derrubado Janio. Elas parecem assustar de novo.

